
Um fato é incontestável na história da mineração do Brasil. A Província Aurífera do Tapajós representou e ainda representa o maior centro de garimpagem de ouro do pais, com crescimento vertiginoso e continuado desde a primeira descoberta em 1958 até os dias atuais.
O garimpo do Tapajós criou um pais dentro de um pais chamado Brasil, com suas tradições, situações atípicas , sua próprias leis, algumas justas,outras injustas mas eram leis.
Se o Brasil tinha um espaço abissal na Amazônia, o Tapajós foi a alternativa deste amplo anseio nacional, graças a labuta anônima, mas heróica de milhares de homens e mulheres contagiados pelo espírito da aventura, mas esperançosos com a possibilidade de riqueza que para muitos não passou de um sonho efêmero, volátil, mas havia o direito do sonho.
Mas e unânime dizer entre os historiadores que o Tapajós nunca representou um problema da garimpagem, o garimpeiro ao chegou a ser um “estorvo” para o governo federal, se traçarmos um paralelo com as zonas garimpeiras do sul, centro oeste, leste e nordeste do pais. Quando falo me refiro a um pais que o Brasil não conhecia, em alusão ao Tapajós, me refiro ao que fez com que o garimpo ganhasse a revelia do pais, já que os políticos em Brasília ignoravam solenemente nossa região.
Mas não apenas os contrastes geográficos, mas também as dificuldades de comunicação e acesso (até 1975) criaram esse cenário dantesco. Em síntese podemos assegurar que o município de Itaituba representado pelos garimpos deu muito mais ao Brasil, sem que a pátria tenha sido ultrajada ou arcado com ônus de prejuízos, embora lá em Brasília eles olhassem o Tapajós interpretando a garimpagem como uma economia marginalizada ao longo de quase duas décadas.
ESPECIAL 152 ANOS- POR ZÉCA TAPAJÓS
O garimpo do Tapajós criou um pais dentro de um pais chamado Brasil, com suas tradições, situações atípicas , sua próprias leis, algumas justas,outras injustas mas eram leis.
Se o Brasil tinha um espaço abissal na Amazônia, o Tapajós foi a alternativa deste amplo anseio nacional, graças a labuta anônima, mas heróica de milhares de homens e mulheres contagiados pelo espírito da aventura, mas esperançosos com a possibilidade de riqueza que para muitos não passou de um sonho efêmero, volátil, mas havia o direito do sonho.
Mas e unânime dizer entre os historiadores que o Tapajós nunca representou um problema da garimpagem, o garimpeiro ao chegou a ser um “estorvo” para o governo federal, se traçarmos um paralelo com as zonas garimpeiras do sul, centro oeste, leste e nordeste do pais. Quando falo me refiro a um pais que o Brasil não conhecia, em alusão ao Tapajós, me refiro ao que fez com que o garimpo ganhasse a revelia do pais, já que os políticos em Brasília ignoravam solenemente nossa região.
Mas não apenas os contrastes geográficos, mas também as dificuldades de comunicação e acesso (até 1975) criaram esse cenário dantesco. Em síntese podemos assegurar que o município de Itaituba representado pelos garimpos deu muito mais ao Brasil, sem que a pátria tenha sido ultrajada ou arcado com ônus de prejuízos, embora lá em Brasília eles olhassem o Tapajós interpretando a garimpagem como uma economia marginalizada ao longo de quase duas décadas.
ESPECIAL 152 ANOS- POR ZÉCA TAPAJÓS
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