
A polêmica já é antiga e a tentativa de aprovação de incentivo fiscal reasccendeu a discussão que propõe criação de incentivos fiscais a empresa Itacimpasa (antiga Caima). O projeto foi contestado pelo vereador João Crente e por alguns representantes de entidade de classe que consideraram o projeto vazio por não conter alguns itens considerados fundamentais.
Mas entre outros fatores que gerou polêmica para a não votação do projeto está erros de procedimentos, elaboração mal feita, assim como discordância de idéias entre as bancadas. De acordo com um dos itens contidos no bojo do projeto a lei enviada a Câmara de Vereadores propõe benefícios fiscais, com isenção de impostos sobre o limite urbano da empresa, além de que outras empresas que tenham relações comerciais diretas com a Itacimpasa, tenham também direitos aos mesmos benefícios.
Um dos representantes da sociedade civil, o empresário Armando Miqueiros convidado para a sessão, foi contra a aprovação Decreto, por entender que a empresa teria outras maneiras de participar da vida social do município. Armando sugeriu que no projeto fosse também incluída a nomeação de uma comissão permanente para efeito de acompanhamento e na fiscalização do material a ser doado pela empresa.
Para o vereador João Crente o projeto de Lei está na contra a mão dos interesses coletivos, se dizendo favorável desde que o mesmo retorne para ser submetido a uma discussão mais sistematizada e que cada item seja feito de forma mais clara e objetiva. Esse projeto já perdura por mais de vinte anos quando foi dada a primeira isenção fiscal retornando a discussão agora com novos elementos nos seus itens e artigos.
Mas entre outros fatores que gerou polêmica para a não votação do projeto está erros de procedimentos, elaboração mal feita, assim como discordância de idéias entre as bancadas. De acordo com um dos itens contidos no bojo do projeto a lei enviada a Câmara de Vereadores propõe benefícios fiscais, com isenção de impostos sobre o limite urbano da empresa, além de que outras empresas que tenham relações comerciais diretas com a Itacimpasa, tenham também direitos aos mesmos benefícios.
Um dos representantes da sociedade civil, o empresário Armando Miqueiros convidado para a sessão, foi contra a aprovação Decreto, por entender que a empresa teria outras maneiras de participar da vida social do município. Armando sugeriu que no projeto fosse também incluída a nomeação de uma comissão permanente para efeito de acompanhamento e na fiscalização do material a ser doado pela empresa.
Para o vereador João Crente o projeto de Lei está na contra a mão dos interesses coletivos, se dizendo favorável desde que o mesmo retorne para ser submetido a uma discussão mais sistematizada e que cada item seja feito de forma mais clara e objetiva. Esse projeto já perdura por mais de vinte anos quando foi dada a primeira isenção fiscal retornando a discussão agora com novos elementos nos seus itens e artigos.
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