terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

PARA DESOPILAR COM O RISO

Escondidinho de mandioca com carne de sol


É um prato simples e delicioso
Ingredientes que você pode pode fazer sem embaraços

300 gramas de mandioca
2 colheres de azeite de oliva
2 dentes de alho
1 tablete de caldo de legumes
100 gramas de queijo parmesão ralado
1/2 quilo de carne de sol
2 colheres de manteiga
1 cebola grande
100 gramas de requeijão
1 tomate sem pele cortado em cubos

Modo de preparo
Descasque a mandioca, depois lave e corte em pedaços.
Coloque em uma panela para cozinhar com um pouco de água e sal.
Depois de cozida, escorra a água e amasse até o ponto de um purê.
Em outra panela, faça um refogado com azeite de oliva, 2 dentes de alho, e 1 colher de sobremesa de caldo de legumes.
Junte a mandioca amassada e deixe apurar por 20 minutos.
Corte a carne em pedaços.
Cozinhe trocando a água por três vezes, para tirar todo o sal.
Em seguida, desfie a carne de sol e reserve.
Em uma panela, coloque a manteiga, a carne de sol, a cebola, o tomate e requeijão, deixe apurar por 10 minutos e reserve.

Montagem
Em uma forma, coloque a mandioca, por cima a carne de sol com o requeijão, em seguida outra camada de mandioca e, por último, o queijo parmesão ralado.
Levar ao forno para gratinar.

Uma deliciosa receita do Restaurante Consulado Mineiro.
Quem estiver ou for a São Paulo ele se localiza na :
Rua Cônego Eugênio Leite, 504, Pinheiros, tel.: 0/xx/11/3898-3241

florestal na Amazônia termina no fim de fevereiro

As empresas interessadas em participar da licitação para o manejo florestal de 210 mil hectares no Pará devem ficar atentas ao prazo de entrega das propostas. O período de inscrições termina em pouco menos de um mês, em 23 de fevereiro.

A licitação promovida pelo Serviço Florestal Brasileiro é voltada a empreendedores do setor madeireiro e permite a extração de madeira em tora, produtos não madeireiros, como óleos, sementes e cascas, e a prestação de serviços de turismo.

A área está localizada no sudoeste do Pará, na Floresta Nacional (Flona) do Amana, nos municípios de Itaituba e Jacareacanga. É margeada pela rodovia Transamazônica e situa-se na região de influência da BR-163 (rodovia Cuiabá-Santarém), onde um conjunto de ações busca estimular a produção madeireira sustentável.
A Associação Brasileira de Antropologia e a Universidade de Brasília, em parceria com o Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC) e a Fundação Darcy Ribeiro, realizarão o seminário “A Hidrelétrica de Belo Monte e a Questão Indígena”, no dia 7 de fevereiro de 2011, no auditório da reitoria da UnB. O evento reunirá especialistas, lideranças indígenas, movimentos sociais e autoridades para discutir os impactos e o processo de licenciamento de Belo Monte.

Planejada para ser instalada em uma das áreas de maior diversidade cultural e biológica do país, a hidrelétrica de Belo Monte, além de inundar uma área de mais de 600 km2, promoverá até 80% de redução da vazão de um trecho de mais de 100 km do rio, denominado Volta Grande do Rio Xingu, atrairá uma população estimada em 100 mil pessoas e causará o deslocamento compulsório de cerca de 40 mil.

Nesta área, residem os Arara, os Juruna, os Xikrin e milhares de famílias ribeirinhas, indígenas e não-indígenas. Ainda no Médio Xingu e seus tributários, residem os Parakanã, os Asurini, os Kararaô, os Araweté, os Arara, os Xipaia e Kuruaia e centenas de famílias que habitam as Unidades de Conservação que conformam o corredor ecológico do Xingu (Resexs, APA, FLONA, ESEC, PARNA). Mais próximos das cabeceiras do rio, estão os Kayapó do Sul do Pará, os Metuktire, os diversos Povos do Parque Indígena do Xingu e grupos indígenas voluntariamente isolados, que transitam na fronteira dos Estados do Pará e Mato Grosso.

O Seminário discutirá a magnitude dos impactos da hidroelétrica e seu questionável processo de licenciamento, que repercutem diretamente sobre os direitos e o modo de vida tanto de Povos Indígenas que imemorialmente vivem nesta região, quanto de Povos Tradicionais – camponeses, pescadores e extrativistas – e de outros grupos locais que dependem simbólica, social e economicamente da floresta, do rio e de seus igarapés.

Postado por Nazareno Santos, em 31.02.2011-terça feira

LIVRO VAI SER LANÇADO DIA 18 NO AUDITÓRIO DA SEMED

O livro "Tapajós:Estórias, Histórias e outras Moagens do jornalista Nazareno Santos será lançado no próximo dia 18 de fevereiro deste ano no auditório da Semed. O livro com 150 páginas traz interessantes aspectos de nossa história enriquecida com um anexo do dicionário do garimpês. O exemplar vai custar 25,00 reais e está sendo impresso na empresa papel e Cia. Interessados no exemplar contatar pelo celular 81194020 ou E-meio Tribunna@hotmail.com que o autor enviará via correio caso o interessado seja de outro estado.

PMDB oficializa candidatura de José Sarney

O PMDB oficializou o nome do senador José Sarney (AP) como indicado do partido para assumir novamente a presidência do Senado no biênio que se inicia. Após reunião, a bancada também definiu que o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) continuará como líder do partido.

Segundo Calheiros, o direito a indicar o presidente foi conquistado pelo PMDB nas urnas, ao eleger a maior bancada no Senado. Sendo assim, segundo ele, o critério da proporcionalidade deve ser respeitado e Sarney reencaminhado à presidência. “Essa condição o PMDB conseguiu nas urnas. Todas as vezes que alguém não respeitou a proporcionalidade, levou a instituição [Senado] a disputas desnecessárias”.

Calheiros se refere à decisão do P-SOL de também lançar um candidato para concorrer com Sarney. O senador Randolfe Rodrigues (P-SOL-AP) também oficializou hoje sua candidatura e disse que entrará na disputa para ganhar. “Eu nunca entrei numa disputa para não ganhar. Estou trabalhando para ganhar a eleição”, afirmou Rodrigues. O senador do P-SOL disse ainda que não está se posicionando contra Sarney ou Renan Calheiros, mas apresentando um projeto pela autonomia do Senado.

Para o líder do PMDB, o regimento do Senado é claro quanto ao direito do partido de maior bancada indicar o presidente. Para ele, não existe sequer o critério de proporcionalidade por blocos, como defende o PT e outros partidos pequenos para definir as presidências de comissões e cargos na mesa diretora. Segundo Calheiros, a formação de blocos existe para beneficiar partidos que não teriam direito a cargos por terem bancadas pequenas. “Na medida em que esses blocos afetam direitos dos partidos, eles não servem. Eles só servem quando materializam acordos políticos”.

Pelo tamanho de sua bancada, o PMDB terá direito ainda a mais dois cargos na mesa diretora do Senado e em três comissões. Além disso, o partido será o primeiro a escolher qual comissão irá presidir, que deverá ser a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que é a mais importante. (Agência Brasil)


Ibama fecha 10 pontos de venda ilegal de madeira


O Ibama embargou nesta segunda-feira (31) dez estabelecimentos comerciais que funcionavam sem licença ambiental e vendiam madeira ilegal durante a operação "Quintal II", cuja primeria etapa aconteceu de 24 a 28/01, na rodovia Arthur Bernardes, na altura do número 1400, em Belém, no Pará. Na ação, também foram aplicados cerca de R$ 160 mil em multas e apreendidos 600 m3 de madeira serrada (aproximadamente 30 caminhões cheios), seis m3 de carvão e um barco utilizado no transporte do produto florestal ilegal das áreas de extração até a capital.

Toda a madeira apreendida foi doada a 8ª Região Militar do Exército, Cáritas Arquidiocesana de Belém, Batalhão de Polícia Ambiental e as prefeituras de Santa Isabel e Marituba para serem utilizadas em obras sociais. Concentrados numa das mais importantes rodovias da área metropolitana da cidade, os empreendimentos fiscalizados eram uns dos principais fornecedores de madeira para a construção civil da capital paraense. Dentre as espécies vendidas irregularmente no local estavam essências amazônicas como virola, quaruba, cupiúba e mandioqueira.

A madeira, segundo os comerciantes autuados, era adquirida da população ribeirinhas na região do Marajó e da foz do rio Tocantins. “Essas árvores foram extraídas de matas ciliares (nas margens dos rios) e várzeas. São lugares ecologicamente sensíveis. Sem a proteção da floresta, estas áreas perdem suas capacidades de estabilizar o solo e permitir a infiltração da água, por exemplo. Poucos lucram com a venda deste tipo de madeira ilegal, mas o prejuízo para o meio ambiente é muito grande.

E, no futuro, a conta acaba sendo paga por todos ”, explica o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama no Pará, Paulo Maués. Segundo o Ibama, a Quintal II voltará a acontecer ainda este ano em outros pontos de venda ilegal de madeira na capital do estado. Na primeira versão da operação, realizada em janeiro do ano passado, também foram fechados estabelecimentos que vendiam madeira sem licença ambiental, aplicadas cerca de R$ 600 mil em multas e apreendidos aproximadamente 1,8 mil m³ de madeira serrada.

(Ibama/PA)