O crime pareceu mais uma macabra cena de filme de terror. A vítima assassinada feito um porco sendo destrinchado, agonizante vísceras expostas. O crime aconteceu na madrugada de sábado para domingo, sendo que numa ação rápida da polícia militar sob comando do sargento Luiz Nóia domingo mesmo foram presos José da silva Neto Gomes(20 anos), José Conceição Vieira(27),o menor R.P.S(17 anos) e o quarto carrasco Magno Sampaio da silva(24) de alcunha há Santarém.
Eles foram presos simultaneamente em duas comunidades(Areia I E II) pelo sargento Luiz Nóia, Cabo Albuquerque e soldado Vieira onde em seguida foram ouvidos em depoimento pelo escrivão Antônio.
Eles foram presos simultaneamente em duas comunidades(Areia I E II) pelo sargento Luiz Nóia, Cabo Albuquerque e soldado Vieira onde em seguida foram ouvidos em depoimento pelo escrivão Antônio.
O pivô da tragédia que redundou na morte do agricultor Edivaldo da silva e Silva(35) foi a menor D.A.F de 16 anos já que os quatro assassinos não gostaram de ver a menor conversando com a vítima no decorrer de uma festa que ocorri no sábado na Comunidade do Areia II.Após a festa quando todos já estavam em suas casas dormindo os criminosos estiveram na casa de Edivaldo onde ao abrir a porta recebeu a primeira facada no abdômen e num requinte de crueldade Zico, José Conceição e pó menor seguraram a vítima tendo Magno(Santarém) aplicado diversas outros golpes trucidaram do Edvaldo que meso gritando desesperadamente não despertou pena nos assassinos...
A vítima gritava tão desesperadamente antes de morrer que muitos moradores da comunidade chegaram a ouv i-lo quando saindo a rua viram o agricultor em estado agonizante, mas já sem condições de ser salvo tanto que não resistindo aos golpes da faca tipo peixeira morreu na manha do domingo(dia 16)
Os quatro assassinos foram recambiados para o presídio em Itaituba enviados pelo delegado Alexandro Napoleão que cumpriu determinação da justiça. O menor foi liberado por falta de provas suficientes para incriminá-lo, mas os outros três permaneceram presos. O agricultor brutalmente trucidado deixou viúva e quatro filhos órfãos, morrendo de forma inocente já que testemunhas dizem que ele não tinham nenhum envolvimento com a menor pivô do crime, tudo não passando de um grande mal entendido gerado e pelo estado de embriaguês alcoólica dos assassinos.
Com informações e fotos do comandante do destacamento da polícia militar do Trairão, Sargento Luiz Nóia- Postado por Nazareno Santos em 21 de Jan.2011-as 01;00
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