O governador Simão Jatene anuncia hoje uma série de medidas para contenção de gastos na administração estadual. Suspensão de hora extra e medidas que visam economizar combustível, telefone e energia elétrica integram as ações emergenciais, que serão adotadas para equilibrar as despesas sem prejudicar o funcionalismo. O anúncio deve acontecer durante a visita de cortesia que Simão Jatene faz hoje ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), a partir das 9h.
De acordo com o chefe da Casa Civil, Zenaldo Coutinho, o cinto do governo aperta para garantir que o funcionalismo seja pago em dia. "Os números que temos até agora são muito ruins, e o governador está tomando cuidado para que o Estado não deixe de funcionar", lembrou ele, referindo-se às dívidas pendentes, estimadas em R$ 750 milhões, deixadas pela gestão anterior.
De acordo com o governador, os concursados não serão afetados pelas medidas, já que a orientação é manter as nomeações de acordo com as necessidades das secretarias e demais órgãos. Zenaldo Coutinho diz ainda que as áreas essenciais, como saúde, educação e segurança não serão prejudicadas com as economias.
De acordo com o governador, os concursados não serão afetados pelas medidas, já que a orientação é manter as nomeações de acordo com as necessidades das secretarias e demais órgãos. Zenaldo Coutinho diz ainda que as áreas essenciais, como saúde, educação e segurança não serão prejudicadas com as economias.
"Não é por isso que vai faltar médico em posto ou gasolina para os carros da polícia ou professores em sala de aula. Isso tem que ser mantido, e mantido com qualidade", detalha. "O que se pretende é evitar excessos na administração interna, utilizar de forma qualitativa o quantitativo que temos, sem manter ninguém trabalhando hora extra se não houver real necessidade. O Estado está muito limitado financeiramente e precisamos atingir um equilíbrio", declara, sem especificar até quando esse período de contenção vai.
Comentários do Blog. Pelo jeito o famoso troco dito pela ex governadora é realmente catastrófico. Só que ela esqueceu que quem pode pagar caro por isso é a população que deverá lembrar desse remédio amargo feito jiló quando ela precisar de votos para ressuscitar politicamente.
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