sexta-feira, 26 de novembro de 2010

VERBO.

Eu fico calado pra suportar teu silêncio dissimulado
Eu amo do meu jeito
Rasgo no peito
A Dor da solidão, mesmo estando ao teu lado
De um amor reticente
Surpreendente
Que corre na alma
Feito sangue na
Veia
Que mantém vivo o coração....
E pra não lhe machucar
Rasgo a ferida ainda aberta
De uma paixão incerta
Por ter me anulado
Por alguém que não aprendeu
A conjugar
O verbo amar...

Nazareno cabeça de poeta

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