quarta-feira, 9 de junho de 2010

UM POEMA NOTURNO

Teço minha solidão
feito um ourivel laídando jóia
A noite me enlaça em suas entranhas
Ouço uma canção distante
Inconstante...

A lua se espraia sobre minha janela
H´´a uma réstia de amor entrando pelas frestas
Da Felicidade...

A canção distante
É o instante que a sensação de paz me invade
A cidade dorme insone feito anjos decaídos na madrugada

Sou um eterno caminhante,andarilho dos pensamentos
Guerreriro dos mares entre segredos e feras que tentam me devorar
Mas apesar de só, comigo está a razão de ser
A noite me traz saudades,me deixa triste,mas me faz viver...

O galo canta como um arauto do rei anunciando um novo dia
O amor galopa feito cavalo selvagem descendo uma campina
Toco suavemente a brisa da dor
Sinto assim a sensação profunda do amor
Que me envolve feito uma sina...


Nazareno Santos

Nenhum comentário: