


Que destino está reservado aos moradores da Gleba Mumuru, que territorialmente está dentro da área de Aveiro, Santarém, Juruti, Itaituba, e que será objeto de licitação publica para fins de exploração pública.?
Foi em busca dessa resposta que dezenas de agricultores em sua maioria vindos do município de Aveiro lotaram o plenário da Câmara numa reunião convocada pela prefeita Maria Gorete Dantas Xavier.
Apesar do alto grau de debate, os agricultores saíram sem maiores esclarecimentos, pois as principais explicações que viriam do Instituto de terras do Pará (Iterpa) não ocorreu, porque o órgão não mandou representantes nem deu maiores explicações aos organizadores do evento.
Os agricultores presentes na reunião questionaram ao representante da Ideflor, se com a exploração da Floresta iria comprometer a presença e sobrevivência das populações tradicionais.Marlom Menezes num data show exibiu mapa e informações detalhadas sobre a região das glebas Mumuru e Arapiuns e suas localizações dentro de cada município.
Por sua vez a prefeita Maria Gorete Dantas Xavier, de Aveiro fez um relato em seu discurso colocando os entraves ambientais que tem causado prejuízos ao seu município que está dentro de uma flona e com isso não tem como investir na agricultura, abertura de estradas vicinais, fazendo com que sua receita fique limitada praticamente apenas a repasse do Fundo de Participação do Município (FPM) citando como exemplo os vários projetos conseguidos por Aveiro dentro do Programa de Aceleração do crescimento (PAC), na ordem de 10 milhões de reais, que não foram liberados porque Aveiro está situada dentro de uma área de reserva ambiental.
Em tom contundente a prefeita lamentou que o município tenha levado uma multa do Ibama em cerca de trinta mil reais, porque o ex-prefeito Cabano teria autorizado a abertura de uma estrada feita por uma Cooperativa, que acabou na punição em multa que está sendo paga em sua gestão.
Joaquim Dentista da comunidade do Inanin criticou a omissão do Ibama, Incra e outros órgãos do governo federal que segundo ele não combatem a grilagem de terra na região fazendo com que o pequeno agricultor seja penalizado.
O recém eleito presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itaituba, Antônio Carlos parabenizou a prefeita de Aveiro pela excelente iniciativa de debater o problema do Mumuru, lamentando que políticos de Itaituba e dos Municípios envolvidos com a questão tenham sido omissos se fazendo ausente da reunião. No ensejo colocou a disposição de Abeiro a sede do sindicato em apoio à causa.
Mas a reunião não serviu apenas para críticas e desabafos, cada representante de classe que fez uso da palavra teve três minutos para fazer propostas que foram postas em atas para virar um documento oficial a ser repassado a governadora Ana Júlia pelo representante do Ideflor, sendo que predominou entre as propostas que o governo regularize logo os pequenos agricultores que moram há muitos anos nas áreas que irão ser licitadas para exploração pública de madeiras e outras riquezas como garantia real de que não perderão suas terras, que não têm título de posse.
Foi em busca dessa resposta que dezenas de agricultores em sua maioria vindos do município de Aveiro lotaram o plenário da Câmara numa reunião convocada pela prefeita Maria Gorete Dantas Xavier.
Apesar do alto grau de debate, os agricultores saíram sem maiores esclarecimentos, pois as principais explicações que viriam do Instituto de terras do Pará (Iterpa) não ocorreu, porque o órgão não mandou representantes nem deu maiores explicações aos organizadores do evento.
Os agricultores presentes na reunião questionaram ao representante da Ideflor, se com a exploração da Floresta iria comprometer a presença e sobrevivência das populações tradicionais.Marlom Menezes num data show exibiu mapa e informações detalhadas sobre a região das glebas Mumuru e Arapiuns e suas localizações dentro de cada município.
Por sua vez a prefeita Maria Gorete Dantas Xavier, de Aveiro fez um relato em seu discurso colocando os entraves ambientais que tem causado prejuízos ao seu município que está dentro de uma flona e com isso não tem como investir na agricultura, abertura de estradas vicinais, fazendo com que sua receita fique limitada praticamente apenas a repasse do Fundo de Participação do Município (FPM) citando como exemplo os vários projetos conseguidos por Aveiro dentro do Programa de Aceleração do crescimento (PAC), na ordem de 10 milhões de reais, que não foram liberados porque Aveiro está situada dentro de uma área de reserva ambiental.
Em tom contundente a prefeita lamentou que o município tenha levado uma multa do Ibama em cerca de trinta mil reais, porque o ex-prefeito Cabano teria autorizado a abertura de uma estrada feita por uma Cooperativa, que acabou na punição em multa que está sendo paga em sua gestão.
Joaquim Dentista da comunidade do Inanin criticou a omissão do Ibama, Incra e outros órgãos do governo federal que segundo ele não combatem a grilagem de terra na região fazendo com que o pequeno agricultor seja penalizado.
O recém eleito presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itaituba, Antônio Carlos parabenizou a prefeita de Aveiro pela excelente iniciativa de debater o problema do Mumuru, lamentando que políticos de Itaituba e dos Municípios envolvidos com a questão tenham sido omissos se fazendo ausente da reunião. No ensejo colocou a disposição de Abeiro a sede do sindicato em apoio à causa.
Mas a reunião não serviu apenas para críticas e desabafos, cada representante de classe que fez uso da palavra teve três minutos para fazer propostas que foram postas em atas para virar um documento oficial a ser repassado a governadora Ana Júlia pelo representante do Ideflor, sendo que predominou entre as propostas que o governo regularize logo os pequenos agricultores que moram há muitos anos nas áreas que irão ser licitadas para exploração pública de madeiras e outras riquezas como garantia real de que não perderão suas terras, que não têm título de posse.
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