Maior produtor de mandioca do Brasil, o Pará poderá aumentar ainda mais a produtividade e a produção da cultura, por meio de um projeto aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa o Projeto visa melhorar produtividade da mandioca paraense. Maior produtor de mandioca do Brasil, o Pará poderá aumentar ainda mais a produtividade e a produção da cultura, por meio de um projeto aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Pará (Fapespa) com esse fim.
O projeto tem a parceria da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que estão juntos na proposta de aumentar a média de produtividade do produto de 16 toneladas por hectare para 30 toneladas por hectare, no prazo de três anos. A partir desse resultado, a perspectiva da Sagri é dobrar a produção de mandioca do Estado, que hoje é de 5,2 milhões de toneladas de raízes.
Orçado em R$ 120 mil, o projeto será desenvolvido por meio da implantação de campos experimentais de manivas-sementes, localizados em 12 municípios de dez regiões de integração: Igarapé-Açu, Capitão Poço, Bragança, Santa Luzia, Paragominas, Abaetetuba, Salvaterra, Marabá, Redenção, Altamira, Itaituba e Santarém. O trabalho, iniciado no mês de janeiro, consiste na seleção de manivas-sementes de mandioca de alta produtividade, resistente às pragas e adaptadas às diversas regiões do Estado.
Após passar pelos campos de experimentação e multiplicação, as sementes serão repassadas a agricultores pré-selecionados pela Emater, que vão atuar como agentes multiplicadores para garantir que esse material genético chegue a outros produtores paraenses. As principais metas do projeto, segundo a Sagri, são selecionar material genético de qualidade e disponibilizar material selecionado aos produtores das diversas regiões do Estado, a fim de aumentar a produtividade e a produção de mandioca no Pará.
O projeto tem a parceria da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que estão juntos na proposta de aumentar a média de produtividade do produto de 16 toneladas por hectare para 30 toneladas por hectare, no prazo de três anos. A partir desse resultado, a perspectiva da Sagri é dobrar a produção de mandioca do Estado, que hoje é de 5,2 milhões de toneladas de raízes.
Orçado em R$ 120 mil, o projeto será desenvolvido por meio da implantação de campos experimentais de manivas-sementes, localizados em 12 municípios de dez regiões de integração: Igarapé-Açu, Capitão Poço, Bragança, Santa Luzia, Paragominas, Abaetetuba, Salvaterra, Marabá, Redenção, Altamira, Itaituba e Santarém. O trabalho, iniciado no mês de janeiro, consiste na seleção de manivas-sementes de mandioca de alta produtividade, resistente às pragas e adaptadas às diversas regiões do Estado.
Após passar pelos campos de experimentação e multiplicação, as sementes serão repassadas a agricultores pré-selecionados pela Emater, que vão atuar como agentes multiplicadores para garantir que esse material genético chegue a outros produtores paraenses. As principais metas do projeto, segundo a Sagri, são selecionar material genético de qualidade e disponibilizar material selecionado aos produtores das diversas regiões do Estado, a fim de aumentar a produtividade e a produção de mandioca no Pará.
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