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Criado em 1994, o Núcleo de Fissurados do Hospital Ophir Loyola faz 15 anos, com a promoção da melhoria da qualidade de vida de crianças que nascem com fissura lábio-palatal.
Atualmente, 230 crianças estão em tratamento no HOL, onde são acompanhadas por uma equipe multidisciplinar, composta por cirurgião plástico, cirurgião buco maxilofacial, odontopediatra, fonoaudiólogas, pediatra, psicólogas, nutricionistas e assistentes sociais. O trabalho integrado promove a reabilitação plena dos pacientes.
A presença de fissuras é mais comum do que se imagina, pois, segundo pesquisa realizada pelo site www.colgate.com.br, um em cada 550 bebês nascidos vivos no Brasil apresenta algum tipo de fissura.
As fissuras podem ser labiais, palatinas (do céu da boca), ou lábio-palatinas. O tratamento consiste em cirurgia e terapia de reabilitação feita por fonoaudiólogas e psicólogas.
A primeira cirurgia é realizada aos 6 meses de vida, mas qualquer criança que nasça com fissura lábio-palatina pode fazer aleitamento, pois existem técnicas utilizadas pelas fonoaudiólogas para que essa forma de alimentação seja possibilitada, já que é fundamental para o desenvolvimento de bebês de até meio ano de vida.
Entre os fatores causadores de fissuras lábio-palatais em recém-nascidos, estão o consumo de álcool, cigarro e outras drogas utilizadas pela mãe durante o período da gravidez, além de mutações gênicas como o polimorfismo do gene gst11.
A fonoaudióloga Cláudia Martins, chefe do Núcleo de Fissurados do HOL, diz que, logo que diagnosticada a fissura, o recém-nascido deve ser encaminhado ao Ophir Loyola para que seja iniciado o tratamento.
“É muito importante que o bebê seja encaminhado o quanto antes para o atendimento no núcleo de fissurados do Ophir Loyola. Quanto antes iniciado o tratamento, melhores serão os resultados obtidos” disse a fonoaudióloga.
Fabiana Santos, mãe de Lucas, de 1 ano e 2 meses, diz que o tratamento que seu filho recebe no HOL é imprescindível para que ele leve uma vida normal. “Meu filho se trata aqui desde que nasceu, todos os profissionais tem muito carinho com ele”, disse.
“É complicado quando você vê que seu filho nasceu malformado. Mas, aqui, as psicólogas, fonoaudiólogas e toda a equipe ensinam você a lidar com a deficiência da sua criança. Hoje meu filho come sozinho e já balbucia as primeiras palavras. Devo muito a todos os profissionais do Ophir Loyola”, contou Fabiana.
Anne Picanço/Hospital Ophir Loyola
Atualmente, 230 crianças estão em tratamento no HOL, onde são acompanhadas por uma equipe multidisciplinar, composta por cirurgião plástico, cirurgião buco maxilofacial, odontopediatra, fonoaudiólogas, pediatra, psicólogas, nutricionistas e assistentes sociais. O trabalho integrado promove a reabilitação plena dos pacientes.
A presença de fissuras é mais comum do que se imagina, pois, segundo pesquisa realizada pelo site www.colgate.com.br, um em cada 550 bebês nascidos vivos no Brasil apresenta algum tipo de fissura.
As fissuras podem ser labiais, palatinas (do céu da boca), ou lábio-palatinas. O tratamento consiste em cirurgia e terapia de reabilitação feita por fonoaudiólogas e psicólogas.
A primeira cirurgia é realizada aos 6 meses de vida, mas qualquer criança que nasça com fissura lábio-palatina pode fazer aleitamento, pois existem técnicas utilizadas pelas fonoaudiólogas para que essa forma de alimentação seja possibilitada, já que é fundamental para o desenvolvimento de bebês de até meio ano de vida.
Entre os fatores causadores de fissuras lábio-palatais em recém-nascidos, estão o consumo de álcool, cigarro e outras drogas utilizadas pela mãe durante o período da gravidez, além de mutações gênicas como o polimorfismo do gene gst11.
A fonoaudióloga Cláudia Martins, chefe do Núcleo de Fissurados do HOL, diz que, logo que diagnosticada a fissura, o recém-nascido deve ser encaminhado ao Ophir Loyola para que seja iniciado o tratamento.
“É muito importante que o bebê seja encaminhado o quanto antes para o atendimento no núcleo de fissurados do Ophir Loyola. Quanto antes iniciado o tratamento, melhores serão os resultados obtidos” disse a fonoaudióloga.
Fabiana Santos, mãe de Lucas, de 1 ano e 2 meses, diz que o tratamento que seu filho recebe no HOL é imprescindível para que ele leve uma vida normal. “Meu filho se trata aqui desde que nasceu, todos os profissionais tem muito carinho com ele”, disse.
“É complicado quando você vê que seu filho nasceu malformado. Mas, aqui, as psicólogas, fonoaudiólogas e toda a equipe ensinam você a lidar com a deficiência da sua criança. Hoje meu filho come sozinho e já balbucia as primeiras palavras. Devo muito a todos os profissionais do Ophir Loyola”, contou Fabiana.
Anne Picanço/Hospital Ophir Loyola
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